There's a light, certain kind a light,
Never ever, never shone on me, no, no.
Honey, I want, I want my whole life
To be lived with you, babe,
That's what I want oh, was to be
Living and loving you.
There's a way, oh everybody say
You can do anything, every thing yeah.
But what good, what good,
Honey, what good could it ever bring
'Cause I ain't got you with my love
And I can't find you babe, no I can't.
You don't know, you don't know what it's like,
No you don't, honey no you don't know,
You don't know what it's like
To love anybody.
Oh honey, I wanna talk about love
And trying to hold somebody
The way I love you babe,
And I've been loving you babe.
In my brain, oh I can see your face again,
I know my frame of mind, yeah.
But nobody, nobody has to ever be so blind,
Honey, like I did, I know I was blind,
Honey, I tell you that I was, I was very, very blind.
Oh but I'm just a girl,
Can't you just take a look at me and tell,
Tell that I live, honey I live and I breathe for you,
Don't you know I do!
But what good, what good,
Honey, what good could ever do
'Cause I ain't got you, that's all I've ever wanted,
And I ain't got you, babe, oh but I've been looking 'round.
But you don't know, you don't know what it's like,
No you don't, no, no, no, you don't know,
Honey, you don't know what it's like
Oh to love anybody.
Oh honey I wanna talk about
Trying to hold somebody when you're lonely
The way I loved you, baby,
And I just want you to know I tried.
Oh I know that there's a way
'Cause everybody came to me one time and said,
Honey, you can do anything,
Every little thing, and I think I can.
Oh, but what good, what good,
Honey, what awfully good can it ever, ever bring,
'Cause I can't find you with my love,
And I can't find you babe, oh anywhere.
Oh, but you don't know,
You don't know what it's like,
No you don't and you never ever, ever did.
You don't know, honey,
You don't know what it's like
Oh, to love anybody.
Oh, honey I wanna talk about trying to hold you.
Oh baby, baby, baby, yeah,
But you don't know,
You don't know what it's like,
And you never ever, ever did,
I said I tried to throw my love around you
And I tried to help you darling.
But you never ever, no you never ever,
No you never ever, no you never ever,
I know that you know that
No you never ever, ever, ever,
Oh let me throw my love,
Throw my love all around you, yeah.
Literatura são orgasmos múltiplos e uma dose de dry martini!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Abaixo assinado contra tantas coisas
Eu tenho tantas coisas para fazer que nem sei por onde começar... Eu tenho tantas coisas a explorar que nem sei por onde navegar... Eu tenho tantas coisa a descobrir que nem sei por onde ir... Eu tenho tanto amor pra dar que nem sei como demonstrar... De tantas coisas que tenho para fazer só gostaria de uma realizar: te dar prazer. São tantas coisas, mas só essa eu queria ter. Sei que essas são rimas pobres, mas o que sinto é tão rico, imenso, puro e verdadeiro, e de tantas coisas, só essa eu queria saber. Sentir não basta, eu quero, muito, fazer. O que me falta? Não sei. O que me sobra? Palavras. Muitas palavras que voam como plumas no ar. Somem como se adentrassem um vazio. Distanciasse do real. Chega de palavras! Abaixo todas as palavras ao chão! Exterminarei todas as palavras, todos os signos verbais. Não me basta falar. Agora prezo pelo fazer, pelo prazer, pelo dar, pelo receber...
realizado em
você...
você...
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Eu queria trazer-te uns versos muito lindos
Eu queria trazer-te uns versos muito lindo
colhidos no mais íntimo de mim...
Suas palavras
seriam as mais simples do mundo,
porém não sei que luz as iluminarias
que terias de fechar teus olhos para as ouvir...
Sim! Uma luz que viria de dentro delas
como essas que acende inesperadas cores
nas lanternas chinesas de papel!
Trago-te palavras, apenas... e que estão escritas
do lado de fora do papel... Não sei, eu nuca soube o que dizer-te
e este poema vai morrendo, ardente e puro, ao vento
da Poesia...
como
uma pobre lanterna que incendiou.
Mário Quintana - (Quintana de bolso)
Saudade
A saudade é o que faz as coisas pararem no tempo.
Mário Quintana - Poesia Completa - Preparativos de Viagem.
Presença
É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,
teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento
das horas ponha um frêmito em teus cabelos...
É preciso que a tua ausência trescale
sutilmente, no ar, a trevo machucado,
as folhas de alecrim desde muito guardadas
não se sabe por quem nalgum móvel antigo...
Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela
e respirar-te, azul e luminosa, no ar.
É preciso a saudade para eu sentir
como sinto - em mim - a presença mistériosa da vida...
Mas quando surge és tão outra e múltipla e imprevista
que nunca te pareces com o teu retrato...
E eu tenho de fechar os meus olhos para ver-te.
Mário Quintana
Das utopias
Se as coisas são inatingíveis...ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos se não fora
A mágica presença das estrelas!
Mário Quintana - Espelho mágico
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Tempo

A morte é inevitável. Não se pode prevê-la ou refutá-la. A morte cala. Cala todas as vozes. Todas as vozes num silêncio mudo. Não tenho medo da morte. Não tenho medo de morrer. É o nosso fim implacável que cala todas as dúvidas, todas vozes e impõe silêncio.
A morte está em mim. Está em todos nós. Temo não cumprir minha missão antes de ir. Temo não realizar meus sonhos. Temo em desperdiçar o tempo achando-o infinito. Não tenho muito tempo. O tempo que me resta é muito pouco, tão pouco que se dissipa por entre os dedos. Temo em não aproveitar a minha vida e ficar a me lamentar enquanto poderia apenas viver. Temo em de repente não me sentir mais em meu corpo, num tempo não previsto: antes do tempo programado para fazer as pessoas felizes. Não temo a morte. Meu temor é o tempo. O tempo diante da vida que passa a compassos largos.
Temo em ver o tempo passar e não estar perto da pessoa que mais amo. Temo em ver o tempo dissipar-se e não ter tempo de dizer um simples "Eu te amo." Não sei o que o dia de amanhã me reserva. Viverei um dia com o outro, sem perder tempo para o azar e para o próprio tempo que me rouba todos os dias, um dia de minha vida.
O tempo é meu inimigo. Inimigo em todos os sentidos. Ele afasta, aos poucos, quem eu amo: no tempo e no espaço. Ele faz ficar guardado na lembrança e no coração um sentimento não correspondido. Um sentimento que dói com o tempo. Um sentimento que o tempo não faz esquecer e deixa mais latente na memória. Ele faz doer esse coração, machuca.
O tempo é o meu maior dilema. O tempo da morte é incontrolável. Só me resta controlar o tempo da vida. Controlar os ponteiros do tempo, de minha própria vida, é o que me sobra, antes que o tempo tire de mim a única coisa que me resta: amor.
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